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Desmistificando a migração de dados lift-and-shift

Autor: Carlos José Magno

Explore os prós e contras desse modelo e descubra como otimizar seu investimento enquanto aumenta desempenho

Apesar de parecer incrivelmente complexa, a migração de dados para a nuvem pode trazer inúmeros benefícios do ponto de vista comercial. Como escrevi em um artigo recente, essa é uma tendência entre empresas que estão optando por soluções integráveis e que desejam acrescentar mais valor à operação, mas que exige expertise e planejamento.

Antes mesmo de levantar os fatores que podem influenciar a escolha da sua estratégia, sejam eles arquitetura, os aplicativos usados ou necessidades específicas do negócio, é fundamental conhecer as opções de migração que existem no mercado.

As quatro mais comuns são: uma combinação de lift and shift e data lakestreaming híbrido e lift and shift, da qual falarei no blog.

Lift and shift: Prós e Contras

Além de ser a maneira mais rápida de mover um banco de dados local para recursos de nuvem pública porque não exige tempo para otimização ou revisões de código, esse é também o modelo de migração mais acessível, do ponto de vista do planejamento, pois requer menor quantidade de recursos.

Em situações específicas, como quando não se tem o necessário para executar atualizações de código sem comprometer o desempenho, essa estratégia traz o benefício de ser menos arriscada do que refatorar um aplicativo. Já nos casos em que o processo de otimização sairia muito caro se feito com os recursos existentes, ela permite que as empresas prolonguem a vida útil de uma carga de trabalho complexa.

Mas tal como acontece com a maioria das coisas, ela também tem suas desvantagens. No caso das organizações que renunciam à oportunidade de primeiro otimizar código e configurações ou refatorar cargas de trabalho para a nuvem, por exemplo, perder economias de custo a longo prazo e benefícios como desempenho aprimorado, automação e estabilidade, podem ser consequências.

Do ponto de vista operacional, considerar o lift and shift como uma simples estratégia de copiar e colar pode levar a consequências desastrosas para empresas que não se dedicam ao planejamento e teste da migração antes de implementá-la.

A nuvem proporciona uma abordagem única para gerenciar e dimensionar sua infraestrutura de forma eficiente, por meio de processos repetíveis. No entanto, realizar uma migração lift and shift de um banco de dados local sem uma avaliação abrangente pode agravar problemas de visibilidade e apresentar desafios significativos.

Tipos de migração lift and shift

Embora pareça mais básico, esse tipo de migração também tem suas variações:

  • Lift and shift: migração de carga de trabalho sem refatoração ou reconstrução, também conhecida como “re-hospedagem.”
  • Lift, shift and optimize: migração que envolve esforços mínimos para otimizar uma carga de trabalho, geralmente pós-migração.
  • Refatoração: alterações significativas nas configurações ou no código durante uma migração para a nuvem para melhorar o desempenho ou o comportamento.
  • Conteinerização: agrupamento de componentes de aplicativos individuais, como bibliotecas e dependências, em contêineres separados da infraestrutura para promover migrações flexíveis entre ambientes locais e de nuvem.
  • Reconstrução: redesenho completo de um aplicativo nativo da nuvem nos casos em que, por exemplo, uma licença expirou ou um aplicativo não é mais suportado.

A escolha entre elas envolve uma compreensão do ambiente, cargas de trabalho, desafios internos e metas.

Como saber se essa é a estratégia certa para o seu negócio?

Para ter certeza da escolha, ao lado de seus líderes, as equipes de migração devem realizar uma avaliação completa da nuvem para entender:

  • Cronograma, objetivos de negócios e desafios
  • Estratégias para migrar cargas de trabalho
  • Trabalho de otimização pré ou pós-migração
  • Preparação para a adoção da nuvem em toda a sua empresa
  • Riscos de otimização e refatoração
  • Custos e licenciamento
  • Desempenho esperado

Realizar essas tarefas sem um parceiro especializado pode ser desafiador. Um cronograma alinhado aos objetivos de negócios e desafios da empresa é fundamental para o sucesso da migração. É preciso desenvolver estratégias eficazes para migrar as cargas de trabalho com segurança e eficiência, além de otimizar o desempenho pré e pós-migração. Preparar a empresa para a adoção da nuvem exige expertise e conhecimento especializado. Os riscos de otimização e refatoração devem ser gerenciados cuidadosamente. Custos e licenciamento também são considerações importantes. Alcançar o desempenho esperado e maximizar os benefícios da migração requer habilidades técnicas e conhecimentos especializados, que a Beyondsoft Brasil pode oferecer como parceira.

A Beyondsoft Brasil pode ajudá-lo a determinar a melhor estratégia de migração para suas necessidades e desafios. Nossos profissionais certificados realizaram centenas de migrações de dados e aplicativos para clientes corporativos e podem ajudá-lo a criar um roteiro para atingir suas metas de migração de dados. Para saber mais, entre em contato conosco hoje mesmo.

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